RECORTE SALVADOR :: 06_PRÓXIMO

quarta-feira, 25 de abril de 2007

Sentir-se Proximo




O lugar, pra vocês se localizarem é mais ou menos no Pau Miudo e Cidade Nova, dá uma sensação de proximidade, as pessoas nas ruas, nas calçadas, conversando...
As crianças brincando, jogando bola, andando de bicicleta, fazendo jogos na porta de casa...zerinho ou um...quem nunca brincou com os primos ou vizinhos, momentos bons da infância.
Na calçada: um cheirinho de pão quente, que frutas gostosas, um senhor cantando, a baiana de acarajé, um barbeiro, numa barraca, conserto de televisão, etc.
Mesmo que essa convivência seja as vezes como cães e gatos, o som alto, a vizinha gritando com o filho, pois é, estar perto é compartilhar com o outro.
Proximo: Que está perto. Que não tarda. Vizinho, perto. Cada pessoa em particular, os nossos semelhantes. Em lugar próximo, proximamente.

2 Comentários:

Blogger San disse...

Escrevo isso sem ter visto a presentação de vocães, apenas com a informação aqui do blog.

O tema que vocês escolheram indica, a meu ver, que vocês enxergaram o lugar como se fosse outra cidade, um lugar diferente do resto de Salvador. Mesmo com ônibus, carros e muitas ruas, vocês entenderam o lugar como se ele fosse diferente, quase interiorano, quase bucólico, com as pessoas conversando na calçada e meninos brincando na rua.

Foi isso mesmo?

E, na verdade, quero perguntar: é isso mesmo?

O que faz esse lugar diferente? O que torna especiais as relações entre as pessoas dali? Como essa proximidade afeta as pessoas? Vocês disseram que às vezes elas são como cães e gatos. O quanto essa vizinhança é benéfica? Será que todos têm seus respectivos espaços?

De perto ninguém é normal.

29 de abril de 2007 05:13  
Blogger erica bastos disse...

Puxa San, o que a equipe quis expressar foram as sensações que tivemos no local, como voce disse um lugar diferente do resto de Salvador, justamente porque foi durante esse trecho da Travesia que percebi, que tudo ficava mais proximo. As casas, os becos, os carros e as pessoas.
Não é o paraiso, não é perfeito, é a convivencia que ali é quase obrigatoria, pode se dizer assim, pela proximidade que as pessoas vivem, por isso como cães e gatos, pode ser de paz ou de guerra.
Não existem tantos muros, não há barreiras, tudo é muito compartilhado.

A sensação que eu tive foi de paz.

Realmente falta espaço, nos moldes academicos, mas existem espaços reais e criados, apropriados pelos moradores.
Acho que é isso que torna o local peculiar.
É tambem uma questão de referencial, eu tambem moro em um bairro popular, e não moraria num bairro tipo Pituba, muito urbanizado.

29 de abril de 2007 15:53  

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